Leitura de documentos e apresentação de reportagens marcam 6º dia de júri de Elize

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Leitura de documentos e apresentação de reportagens marcam 6º dia de júri de Elize Acusada de matar e esquartejar Marcos Matsunaga deve ser interrogada no domingo (4). Depois disso, defesa e acusação fazem debates. Por Kleber Tomaz, Gabriela Gonçalves e Paula Paiva Paulo, G1 São Paulo Júri de Elize Matsunaga entra no 6º dia O sexto dia de julgamento de Elize Matsunaga foi marcado pela leitura de documentos anexados no processo e pela apresentação de reportagens sobre a morte e esquartejamento do marido da acusada, o empresário Marcos Kitano Matsunaga. O interrogatório da ré, que estava previsto para este sábado (3), vai acontecer no domingo (4). Acusação assiste a vídeos de reportagens da época do crime durante júri de Elize Matsunaga (Foto: Roberta Jaworski/Editoria de Arte/G1) Entre os documentos lidos estão o depoimento prestado pela amante de Marcos, Nathalia, que era garota de programa. Imagens da mulher seminua em um site de acompanhantes foram apresentadas no telão na sala do júri no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo. Elize colocou a mão na boca e baixou a cabeça ao ouvir depoimento da amante de Marcos contando como era relação extraconjugal. Também foram apresentados vídeos feitos por um detetive particular contratado por Elize em que Marcos e a amante aparecem juntos. TEMPO REAL: Cobertura completa do júri de Elize MatsunagaILUSTRAÇÕES: Veja desenhos sobre o julgamento de Elize O depoimento do reverendo René Henrique Gotz Licht, que casou Marcos e Elize, também foi lido. O homem afirmou que quando foi abençoar a casa, viu que o casal tinha uma coleção de facas. "Ele [Marcos] me falou que tinha armas escondidas pela casa toda", disse o reverendo em depoimento anterior ao júri. O reverendo teria dado três conselhos a Marcos: jogar fora a chave do cofre, falar com os pais e buscar ajuda psiquiátrica para Elize. O reverendo contou que Elize estava transtornada quando falou a ele que Marcos a traía. O homem acrescentou, porém, não saber se o crime foi planejado ou se foi causado por um surto da acusada. Reportagens de TV e de jornais foram apresentadas. Alguns dos vídeos eram longos. Depois, foram apresentados documentos, entre eles o imposto de renda de Marcos. Nele, o empresário declarou décimo terceiro salário de R$ 19 mil. Elize Matsunaga (esq.) durante nova sessão do julgamento, neste sábado (3) (Foto: Reprodução/TV Globo) Próximos passos

Elize deve ser interrogada neste domingo (4). Segundo sua defesa, ela deve responder apenas perguntas feitas por seus advogados, permanecendo em silêncio durante os questionamentos da acusação. Mesmo assim, a previsão é que o interrogatório seja longo. Em seguida, promotoria e defesa vão fazer os debates com direito a réplica e tréplica. Depois disso, o Conselho de Sentença se reúne para decidir o destino de Elize e entregar para o juiz aplicar a sentença. Elize será interrogada pela promotoria, defesa e jurados;Começam os debates entre a acusação e a defesa. O primeiro a falar é o promotor, que tem 1h30 para a acusação. Antes dos debates, podem ser lidas peças e exibidos vídeos; O advogado também tem 1h30 para a defesa;Em caso de réplica e tréplica cada parte terá 1 hora para explanações;Considerando cada uma das teses alegadas pelas partes, o juiz formula os quesitos (perguntas) que serão votados pelo conselho de sentença e os lê, em plenário, para os jurados que deverão se manifestar se sentem-se preparados para julgar;Um oficial de justiça recolhe as cédulas de votação de cada um dos quesitos. Os votos são contabilizados pelo juiz;Voltando ao plenário, o juiz pede que todos se levantem e dá o veredicto em público. Estipula a pena e encerra o julgamento. Ilustração mostra o júri de Elize Matsunaga formado por quatro mulheres e três homens (Foto: Roberta Jaworski/Editoria de Arte/G1) O julgamento

O júri é realizado desde segunda-feira (28) no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo. Ao todo, 16 testemunhas foram ouvidas ao longo dos cinco dias. O júri de Elize já é mais longo do que outros julgamentos famosos, como os de Suzane von Richthofen, condenada pela morte dos pais, e de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados pela morte da menina Isabela Nardoni. Ambos duraram cinco dias. Ela responde por homicídio triplamente qualificado: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, o que pode agravar a pena. Elize também responde por destruição e ocultação de cadáver. O crime ocorreu em 12 de maio de 2012. Para acusação, o crime foi premeditado. A Promotoria defende que Elize matou Marcos para ficar com dinheiro dele e teria tido a ajuda de outra pessoa para esconder o corpo. A defesa contesta a versão e diz que Elize atirou em Marcos para se defender das agressões do marido e decidiu esquartejá-lo pois estava desesperada. A acusação se baseia no laudo necroscópico para afirmar que não foi o tiro que matou Marcos, mas o esquartejamento. Segundo a Promotoria, o marido ainda estava vivo quando foi esquartejado. A defesa de Elize sustenta que foi o tiro que matou o empresário e não o esquartejamento. Eles se apoiam nas análises de um parecer de um perito particular. Apesar disso, o laudo da exumação de Marcos foi inconclusivo e não apontou se ele foi morto pelo tiro ou pelo esquartejamento, pois o corpo já estava em estado avançado de decomposição. Defesa de Elize Matsunaga pede anulação de julgamento, mas juiz nega Médico legista diz que Elize degolou Marcos ainda vivo

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Fonte: Globo.com

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