Primeiras impressões da Campanha e dos modos Assalto e Countdown

Começou a cobertura da E3 2017; visite a página especial

Destiny 2: Primeiras impressões da Campanha e dos modos Assalto e Countdown

Compartilhe

Abutre: Quem é o vilão de Homem-Aranha?

5 curiosidades sobre a Sega e a Tectoy

IGN Hype #65: O que esperamos de Star Wars

Tom Holland lê os comentários do IGN Brasil

Guardiões da Galáxia Vol. 2: Easter eggs, referências e mais

Conheça VIDA, RPG feito por um único brasileiro em 7 anos

Conheça Momodora, franquia criada por um brasileiro

A linda coleção de Blu-Ray de Game of Thrones

O que esperar da volta de Twin Peaks à televisão

Tudo sobre o portátil New Nintendo 2DS XL

Destiny 2 / 19 de Maio de 2017

Destiny 2: Primeiras impressões da Campanha e dos modos Assalto e Countdown

Jogamos muito do novo game; confira o que achamos

Destiny 2 chega em 8 de setembro com uma missão que pode não ser a mais complicada para o estúdio Bungie. Além de chamar os jogadores e seus Guardiões que investiram horas no primeiro game, lançado em 2014, o foco é trazer novos jogadores que se interessaram pelo jogo de tiro em primeira pessoa, mas que acharam complicado de se aventurar por ele. Pelo o que foi mostrado em evento realizado aqui nos Estados Unidos, o game está no caminho certo e vai unir todas as tribos. Este é o objetivo da Bungie.

O IGN Brasil veio até Los Angeles, nos Estados Unidos, participar do evento de revelação do gameplay de Destiny 2 e testar algumas partes do game. Abaixo, você confere o que achamos da Campanha, do novo Assalto, do modo Countdow no Crisol (PvP) e de como o game está no PC -- ele será vendido pela Battle.Net, da Blizzard, marcando a primeira vez que um jogo que não é da empresa usa a plataforma.

A ideia de recomeçar a aventura dos Guardiões em Destiny 2 consegue trazer a empolgação e o ar de novidade que o jogo que une tiro em primeira pessoa com elementos de jogos online massivos estava precisando. Se no primeiro jogo estávamos descobrindo o que era ser esse personagem, acordando depois de muito tempo morto com a ajuda de um Fantasma, acompanhando o auge deste grupo na proteção do Sistema Solar contra diversas ameaças.

Para recomeçar do zero e ter uma boa justificativa para que até os jogadores mais experientes recomecem seus personagens do zero: um grande ataque cabal da Legião Vermelha, liderado por Ghaul, destrói completamente a última cidade segura da Terra e deixa a Torre, um dos cenários da área social do primeiro jogo, aos pedaços. Confesso que dói ver o local sendo atacado, mas é ainda interessante poder batalhar ali. Essa é a primeira missão do jogo, chamada de Homecoming. Por mais que você lute, por mais que você (e os outros jogadores) tente, a derrota é iminente.

O começo de Destiny 2 contrasta muito com o do primeiro. Enquanto lá atrás você começava tentando entender quem você era e o que tinha acontecido com o nosso planeta, aqui você já começa em ação. Há a participação de personagens bem conhecidos dos fãs, que interagem no confronto com o jogador, o que é algo que, pelo menos eu, sempre quis ver.

O Viajante, aquela grande esfera misteriosa e milagrosa que paira sobre a Terra, é o foco do ataque. Ghaul não aceita que ele veio para ajudar a humanidade e faz de tudo para tirá-lo do planeta. Aliás, olhar uma enorme nave arrancando o objeto é de deixar qualquer fã desesperado. Essa sensação é passada pelos personagens que o ajudam no confronto e você até ganha uma carona para uma grande nave cabal para destruí-la. Ainda, vale dizer que o começo dessa missão é lembra muito uma de Call of Duty pela forma como você é conduzido pelo confronto e pelo uso de cenas em GC no meio da batalha. Obviamente, é um game da Acrtivision, mas continua sendo Destiny.

Os combates são bem parecidos com os do primeiro jogo. Inclusive, muitos jornalistas presentes do mundo inteiro disseram que o game se parecia muito mais com um "Destiny 1.5" do que com Destiny 2. Discordo. Aqui, o que foi feito de bom anteriormente foi mantido: controles precisos que parecem refinados, o combate é intenso e exige habilidade e você conta com armas poderosas e variadas.

Essa abertura permite testar novas habilidades -- que presumo que você vá perdê-las e reconquistá-las durante a história -- como a espada de fogo dos Arcanos, um ataque poderosíssimo e com um visual incrível.

O teste teve poucos minutos, mas já mostrou o que podemos esperar da derrota dos Guardiões e da necessidade de se unir novamente com grupos, com seus amigos, criar clãs, e tentar restaurar o que a Terra perdeu. Por mais que eu possa achar que o game poderia ter classes novas, ele é, sim, um novo game, que vai vir com muito, mas muito conteúdo para manter a gente ocupado por anos.

O Assalto é um dos meus modos favoritos porque, diferentemente das Raids, em que você precisa combinar com amigos para jogar -- e isso pode ser complicado pois depende da disponibilidade de cada um --, aqui você encontra jogadores por Matchmaking.

A Bungie colocou os personagens para o teste no nível 20 e com armas bem poderosas, o que já deu para sentir o poder dos Guardiões nesta sequência. Essa missão também foi bem diferente do que vi no primeiro jogo. Os cenários são mais amplos e as ações mais variadas, fazendo parecer uma Raid muito, mas muito mais curta. Enfrentei diversos inimigos de habilidades e poderes diferentes, saltei (e errei) por plataformas e entrei em portais.

É um modo que, sim, você continua dependendo dos seus colegas de equipe, mas não tanto quanto em uma Raid. Os combates são mais individuais, mas contra os inimigos mais poderosos, é bom que eles sejam mais coordenados.

O chefe final é incrível, um ser Vex gigante, e ele, além de convocar ajuda, ele consegue fazer o chão desaparecer, levando o jogador para arenas diferentes e com pouca cobertura. Assim, você é obrigado a usar todas as suas habilidades, como a nova da classe Titã, que cria um escudo temporário para proteção, ou a que regenera vida dos parceiros do Arcano (você pressiona e segura o botão Círculo para isso).

Dessa demonstração não recebi nenhum item do loot tradicional de Destiny (uma pena!), mas gostei tanto que joguei duas vezes, uma no PS4 Pro (que foi permitido gravar o gameplay que você vê acima) e no PC. Já estou na expectativa para mais do que joguei em 8 de setembro.

O novo PvP agora terá partidas 4x4 jogadores em todos os modos, diferentemente do primeiro jogo que abrigava arenas para mais jogadores. Embora a minha performance tenha sido vergonhosa (como o vídeo acima não esconde), eu gostei muito de ter uma equipe menor. Assim, os cenários ficaram mais enxutos, permitindo ir direto para a ação, para o confronto.

O novo modo Countdown que testei tem dois objetivos: ou você arma uma bomba em dos dois pontos disponíveis e a defende até a detonação ou você elimina a equipe adversária. Intenso, rápido e gostoso de jogar, mas não me dei muito bem...

Durante nossos testes, conseguimos ver como estão os menus do game. Não há mudanças aparentes, mas o visual do Guardião parece muito mais detalhado.

É curioso. Para um estúdio que desenvolve games em primeira pessoa há muitos anos -- e que criou a franquia Halo --, Destiny 2 é o primeiro título da Bungie para o PC em muito tempo. Com a ajuda da Vicarious Visions, o game tem tudo o que você espera de uma versão para computador.

Primeiro, a versão que o IGN Brasil testou rodava com resolução 4K e a 60 quadros por segundo. A Bungie afirma que não haverá trava de frame rate, permitindo que os jogadores que tiverem computadores poderosos possam rodar o game com até 200 quadros por segundo. Não foi permitido gravar gameplay.

A qualidade gráfica superior a testada nos consoles (lembrando que jogamos em um PS4 Pro) traz um detalhamento maior dos cenários, inimigos e dos parceiros de time, o que permitiu ver melhor sua movimentação durante a batalha. Havia mais efeitos de iluminação dos cenários e dos disparos das armas, fazendo de Destiny 2 um jogo ainda mais bonito.

Obviamente, usar o teclado e o mouse traz mais precisão no combate e pareceu até mais fácil enfrentar os inimigos do modo Assalto dessa maneira do que com controles tradicionais -- e isso que não sou um jogador no PC. A precisão fez com que eu e mais dois jornalistas brasileiros terminássemos a partida ainda mais rápido e com menos mortes do que quando jogamos nos consoles.

*O jornalista viajou a convite da Activision

Destiny 2: PS4 Pro 'não é capaz de rodar' game em 60fps

Versão para PC de Destiny 2 será lançada na Battle.net

Destiny 2: Veja gameplay e todos os detalhes divulgados sobre o game

Por favor, ative o JavaScript para ler os comentários.

Fonte: IGN Brasil

Comentários